segunda-feira, 22 de junho de 2015

No início dos anos 70 do século passado, já havia um clima receptivo às obras de artistas que trabalhavam com o videoteipe, como o Museu de Arte de Rose, da Universidade de Brandeis, que inaugura uma exposição sobre a arte do vídeo.

Dentro da abordagem a propósito dos avanços propiciados pelas novas tecnologias, o texto procura fundamentar a intertextualidade que passa a existir entre as artes plásticas e a comunicação a partir do momento em que artistas plásticos se apropriam dos meios de comunicação como forma de expressão artística, nos anos 60 do século passado. O conteúdo parte para uma abordagem histórica sobre o uso inicial do videoteipe pelas artes plásticas, sua legitimação por grandes museus e seu posterior desdobramento para outras formas de arte englobadas sob o nome de arte-comunicação. A partir dessas manifestações, o artigo analisa as transformações ocorridas nas formas de recepção da obra de arte, quando essa se transforma em linguagem, e linguagem cinemática, e consequentemente, em comunicação.


The Rose Art Museum

With the approach regarding with the advances propitiated by the New Digital Medias, the text tries to base the existing intertextuality that arise between fine arts and communication at the moment that the artist allocates the communications media as an artistic expression, in the sixties. The content depart to a historical approach about the initial use by fine arts of the video tape, it legitimating by important museums and it later expansion to others forms of art included in the definition Art-Communication Systems. From now analyze the transformations occurred in the work of art’s reception, whilst it is transformed in cinematic language and consequently in Communication.



fonte: @edisonmariotti @edisonmariotti
http://www.ucs.br/etc/revistas/index.php/conexao/article/viewFile/2218/1509

colaboração:
Giselle Gubernikoff


Nenhum comentário:

Postar um comentário