quinta-feira, 10 de julho de 2014

INOVAÇÃO TECNOLÓGICA na Mostra: Síria, civilização e historia.


A mostra com 30 painéis contempla um recorte histórico da civilização milenar da Síria - os sítios arqueológicos.



Data – Evento
                              14-07 (segunda)         Abertura – 16hs          

                              25-07 (sexta)              Encerramento

LOCAL: Centro Paula Souza

Para agendar visitas programadas, envie e-mail  edison.mariotti@gmail.com

ENDEREÇO
: RUA DOS ANDRADAS, 144 – Santa Ifigênia - SP – SP.
A entrada de visitantes na mostra será de 1 agasalho

Idealizador: Edison Mariotti - @edisonmariotti -  #edisonmariotti
                        
Convidados:
Tatiane Pattaro - do Instituto Rosa Patarro.
Nafissa – do Amigos da Dança.
INOVAÇÃO TECNOLÓGICA: Viviane Amaral e Edson Ribeiro - Projeto GIFT  da SINAPSE e HABISFERA S.p.A
Apoio: Centro Cultural Árabe Sírio – CCAS

O Consenso Fabricado (1992)

Antropologia do Cinema

Noam Chomsky nasceu na Filadélfia em 1928 de família judia ucraniana. Desde cedo se aproximou das idéias libertárias de pensadores judeus como Martin Buber, Gershom Scholem e da tradição dos emigrantes anarco-sindicalistas. Professor do MIT (Massachusetts Institute of Technology), aos 30 anos já era internacionalmente famoso pelas suas pesquisas em lingüística e suas teorias revolucionárias sobre estrutura da linguagem: a gramática generativa.

Aquele que podia ter sido um pacato e famoso professor universitário, não compactuou, no entanto, com o poder. Tal como havia feito nos anos 30 - quase criança- manifestando sua solidariedade aos libertários espanhóis vítimas do fascismo de Franco, nos anos 60 foi um dos principais intelectuais presentes na oposição à guerra do Vietnã participando também das lutas dos direitos civis que abalaram o establishment norte- americano. Chomsky mostrou como um intelectual pode viver duas vidas: a dum cientista brilhante e a do engajamento nas causas sociais. A partir daí podemos encontrar ao lado da obra do famoso lingüista, as análises ácidas do analista independente capaz de escrever Os Novos Mandarins, Ano 501: A Conquista Continua ou As Ilusões Necessárias: O Controle do Pensamento nas Sociedades Democráticas. Uma obra que se estende por mais de cinqüenta livros traduzidos em todo o mundo.

A maior parte do seu tempo fora do MIT e da pesquisa universitária é gasto dando conferências para grupos comunitários e alternativos por toda a América do Norte. Para ele compromisso social é isso: defesa da liberdade, da justiça e da autonomia dos cidadãos. Essa radical generosidade tanto se manifesta na oposição à arrogância imperial norte-americana, quanto na solidariedade aos palestinos -ele que é um judeu-, ou no apoio à causa do povo maubere de Timor, essa ilha perdida na Oceania, onde se fala o português.

De forma desconcertante, desmontando os discursos dos intelectuais e especialistas da sociedade do espetáculo, Chomsky afirma: "Para analisar as ideologias, basta um pouco de abertura de espírito, de inteligência e um cinismo saudável. Todo o mundo é capaz de fazê-lo. Temos de recusar que só os intelectuais dotados de uma formação especial são capazes de trabalho analítico. Na realidade, isso é o que alguns nos querem fazer querer..."

Talvez por essa sua independência, sua autonomia, Noam Chomsky tem sido um intelectual suspeito para a esquerda dogmática, até porque sua visão libertária sempre o fez duvidar dos caminhos autoritários do socialismo de estado. Nos anos 80 afirmava: "Para a esquerda, a queda da tirania soviética foi uma alegria e uma pequena vitória. Sempre é positivo que desapareça uma forma de opressão." Talvez por isso sua obra seja tão herética para as grandes editoras dos EUA, quanto para as confrarias da esquerda brasileira. Por essa razão a dificuldade de encontrar algumas das obras fundamentais de Chomsky em língua portuguesa, e também por isso o silêncio na universidade brasileira em relação ao mais conhecido e influente pensador norte-americano, contrastando com a omnipresença dos mais medíocres pensadores da ortodoxia marxista.

Mas pensar independentemente na sociedade de massas, onde os mídia domesticam o pensamento e fabricam os consensos -essa é opinião de Chomsky- é talvez o maior desafio dos intelectuais da nossa época. "O cidadão só tem uma maneira de defender-se do sistema de propaganda: o de adquirir algum controle sobre sua vida, vencendo o isolamento e organizando-se", "as idéias da livre associação, do controle popular das instituições e de derrubada das estruturas autoritárias são o caminho da liberdade e da democracia."

Segundo Chomsky a "fabricação de ilusões necessárias para a gestão social é tão velha como a história." mas, foi a partir do começo do nosso século com o autoritarismo comunista e fascista que se criou o atual "modelo de propaganda" onde a instrumentalização dos cidadãos se faz através dos mais poderosos meios de manipulação de massas criados até hoje pelo o homem: a imprensa, o radio e a televisão ( e agora a internet).

 
fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti 

quarta-feira, 2 de julho de 2014

Brasil marca presença no Moscow Business Square

Foi realizado na cidade de Moscou, entre os dias 21 e 24 de junho, o Moscow Business Square, evento de mercado que faz parte da programação regular do Festival Internacional de Cinema de Moscou, mais tradicional evento de cinema da Rússia. Dentro da programação do evento, um foco especial foi dedicado aos países da América Latina, entre eles o Brasil, que participou de uma série de programações.

Fórum de Coprodução

A mais importante atividade do Moscow Business Square é a realização de um Fórum de Coprodução. Nesta edição, participaram 27 projetos com possibilidades de coprodução internacional, especialmente com a Rússia. Três projetos de produtoras independentes brasileiras foram apresentados nesse fórum: “Defeat”, apresentado no evento por Davi de Oliveira Pinheiro e Alessandra Scangarelli Brites; “Oranya”, apresentado por Cristiano Sensi; e “Maria Prestes”, apresentado por Ludmila Curi. Os produtores e realizadores participaram de uma sessão de pitching nos dias de abertura do Moscow Business Square, e participaram, ao longo do período do evento, de uma série de encontros e reuniões individuais com produtores, distribuidores e agentes de venda internacionais sobre seus projetos.

Painel sobre financiamento na América Latina conta com participação da ANCINE

Além do Fórum de Coprodução, o Moscow Business Square realiza uma série de seminários e palestras – quatro delas, nesta edição, trataram sobre aspectos do audiovisual latino-americano. A convite do evento, assessor internacional da ANCINE, Eduardo Valente, participou, juntamente a representantes do Instituto Mexicano de Cinematografia (IMCINE) e da ProImágenes Colombia, de um painel onde foram apresentados os sistemas de financiamento de audiovisual do Brasil, Colômbia e México. No painel, também foram discutidas as possibilidades de coprodução entre os países.

As produtoras brasileiras Eliane Ferreira e Vania Catani participaram de duas mesas de discussão em que se discutiu a coprodução internacional e, em especial, casos de sucesso de coprodução entre América Latina e Europa. Em outra mesa, o curador e crítico Amir Labaki, diretor do Festival É Tudo Verdade e jurado do Festival de Moscou nesse ano, discutiu o panorama da produção documental na América Latina.

Também esteve presente ao evento a consultora internacional do Programa Cinema do Brasil, Marika Koslovska. O Cinema do Brasil, cujo objetivo é ampliar a participação do audiovisual brasileiro no mercado internacional, ofereceu um almoço especial aos participantes, onde a consultora apresentou os produtores associados presentes e distribuiu material de divulgação com informações sobre os programas que organiza e sobre suas empresas associadas.

Programa de Apoio da ANCINE ajudou a viabilizar a participação de produtores no evento

A participação dos produtores Cristiano Sensi, Davi de Oliveira Pinheiro, Eliane Ferreira, Ludmila Curi e Vania Catani foi viabilizada através do Programa de Apoio à Participação de Produtores Audiovisuais em Eventos de Mercado, que a ANCINE organiza.
por Agência Brasil @edisonmariotti #edisonmariotti http://aquiacontece.com.br/noticia/2014/07/01/brasil-marca-presenca-no-moscow-business-square

Professora vê desafio no cumprimento de lei que exige cinema brasileiro nas escolas

Professora da UFSC destaca que os filmes não podem ser usados apenas como instrumentos ou recursos pedagógicos, e sim como objeto da cultura.

São Paulo – A exibição de obras do cinema brasileiro agora é componente curricular complementar integrado à proposta pedagógica das escolas. A Lei 13.006, publicada no Diário Oficial da União na última sexta-feira (27),determina que as escolas transmitam no mínimo duas horas de filmes nacionais para os alunos. O projeto, que tramitava na Câmara desde 2008, altera o artigo 26 da Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB).
Para a professora da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) Monica Fantin, são "imensos" os desafios que as escolas terão de enfrentar para que a medida seja cumprida. "Eu acredito que o desafio maior é trabalhar com a formação da linguagem audiovisual dos professores, a própria estrutura e as condições das escolas para fazer uma exibição dos filmes", afirmou hoje (1º), em entrevista à Rádio Brasil Atual.
Monica enfatiza que os filmes não podem ser usados apenas como instrumentos ou recursos pedagógicos, e sim como objeto da cultura, que propicie momentos de apreciação, mas também de crítica e reflexão. Além disso, a professora afirma que é preciso alfabetizar as pessoas para a linguagem audiovisual.
Ela destaca que as expressões da linguagem são múltiplas, especialmente na cultura digital. Para ela, os ensinamentos informais que as crianças aprendem paralelamente à escola precisam estar contemplados no currículo. A regra vale para a educação básica, que envolve desde a educação infantil ao ensino médio. Componente curricular da LDB, a regra aponta prioridade para o ensino médio. A LDB também exige o ensino de arte, da história e da cultura afro-brasileira.
A professora avalia que é muito importante a existência de uma lei que assegure não só o acesso, o direto à cultura, mas também à educação audiovisual. "Certamente, vai incentivar a própria produção nacional, o cinema brasileiro, e não só a formação de telespectadores."
Outro desafio apontado pela docente é ampliar a diversidade do repertório, tendo em vista os limites do cinema comercial. "Acho que é muito importante também olhar um pouco para a nossa própria produção", disse, acrescentando que é preciso aproximar as escolas das comunidades próximas e pensar na exibição de filmes que incluam a família.
Ouça a entrevista completa na Rádio Brasil Atual. fonte @edisonmariotti #edisonmariotti http://www.redebrasilatual.com.br/educacao/2014/07/lei-federal-exige-que-escolas-exibam-cota-minima-de-filmes-brasileiros-8393.html

sexta-feira, 27 de junho de 2014

São Paulo abre seleção para fomento ao audiovisual

A Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo abre nesta sexta-feira (27/6) inscrições para dois programas direcionados ao setor audiovisual: Programa de Fomento ao Cinema Paulista e Prêmio Estímulo de Curta-Metragem.



O Programa de Fomento ao Cinema Paulista contará com R$ 8 milhões, investidos pela Sabesp, por meio da Lei Rouanet. Serão distribuídos prêmios para produção e finalização de filmes em longa-metragem nos gêneros ficção, animação e documentário. Na modalidade produção, o valor máximo de apoio será de R$ 800 mil para cada projeto, totalizando R$ 6 milhões. O valor restante será destinado aos projetos de finalização, com prêmios individuais de R$ 300 mil, totalizando R$ 2 milhões.

A seleção das produções será realizada pela Secretaria de Estado da Cultura, que avaliará diversos critérios, entre eles a qualidade estética dos projetos, se estão previamente aprovados pela Agência Nacional de Cinema (Ancine) e se o diretor do projeto reside no Estado de São Paulo comprovadamente há mais de dois anos. Como contrapartida, desde 2012, todos os beneficiados também devem produzir cópias com legenda, com o intuito de ampliar o acesso ao conteúdo para pessoas com deficiência auditiva.

Esse programa já viabilizou a execução de filmes como O Cheiro do Ralo (Heitor Dhalia), Antônia (Tata Amaral), Reflexões de um Liquidificador (André Klotzel), É proibido Fumar (Anna Muylaert) e As Melhores Coisas do Mundo (Laís Bodanzky).

Já o Prêmio Estímulo de Curta-Metragem, criado em 1968, destinará em 2014 R$ 1,2 milhão para 15 projetos de filmes com duração igual ou inferior a 25 minutos, nos gêneros ficção, documentário e animação. Os projetos serão selecionados por meio de concurso – à semelhança do que acontece no ProAC Editais. Cada contemplado receberá R$ 80 mil para realização do projeto. No ano passado, foram registradas 268 inscrições.
O prazo para inscrições nos dois programas segue até 11 de agosto.

fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti http://www.culturaemercado.com.br/editais/sao-paulo-abre-selecao-para-fomento-e-estimulo-ao-audiovisual/
Mais informações no site www.cultura.sp.gov.br.

BrLab 2014 abre inscrições para projetos de longas

O BrLab 2014 – Laboratório de Desenvolvimento de Projetos no Brasil, recebe inscrições até o dia 21 de julho. Destinado à qualificação de profissionais do setor audiovisual, o laboratório acontece entre os dias 23 e 29 de outubro, no âmbito da 38ª Mostra Internacional de Cinema, na cidade de São Paulo.

 
Podem participar projetos de longas-metragens de ficção de países da América Latina e Península Ibérica, que tenham produtor e diretor definidos. No BrLab, os participantes terão oportunidade de trabalhar em seus projetos sob a orientação de profissionais renomados.

Serão selecionados 15 projetos: 10 pela convocatória (ao menos dois associados do Programa Cinema do Brasil) e cinco por meio de parcerias e convênios preestabelecidos.

Os selecionados, além da participação no laboratório, concorrem aos prêmios FiGa Films (aquisição para projetos que já tenham 50% do orçamento captado) e Vitrine Filmes (apenas para projetos que não sejam brasileiros). Dois representantes de cada projeto, caso não residam em São Paulo, terão suas despesas de passagem, hospedagem e alimentação custeadas pela organização do BrLab.

Realizadores com pelo menos um curta-metragem de ficção ou documentário no currículo poderão inscrever projetos na categoria Diretor Estreante. Para a categoria de Diretor Não-estreante, o realizador deve ter dirigido ao menos um longa-metragem.

A lista dos projetos selecionados será divulgada até o dia 5 de setembro.

O BrLab ainda promove atividades abertas ao público, como masterclasses, debates e estudos de caso.

As inscrições devem ser feitas pelo site www.lab-br.com.br

 Fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti http://www.culturaemercado.com.br/noticias/brlab-2014-abre-inscricoes-para-projetos-de-longas/
*Com informações do site da Ancine

quarta-feira, 25 de junho de 2014

Espaço para o made in Pernambuco

A cultura contemporânea de Pernambuco não conta apenas com a explosão do movimento musical mangue beat em Recife. As novas ideias surgidas nos anos 1990 também ecoaram no cinema com o nascimento de uma outra maneira de ser pensar o audiovisual. Longe das superproduções nacionais, o mercado local se preocupou em apresentar densidade e ousadia ao lidar com temas variados de maneira autoral.

Um panorama dessa transformação artística chega a São Paulo a partir de quarta-feira na mostra ''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''O Novo Cinema Pernambucano'''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''', atração que o Centro Cultural Banco do Brasil (Rua Álvares Penteado, 112. Tel.: 3113-3651) irá receber até dia 10. Algumas sessões em DVD têm entrada franca enquanto exibições em película dos filmes custam entre R$ 2 (meia) e R$ 4.

O acervo montado conta com 16 longas e 13 curtas-metragens, mesclando ficções e documentários. Após passar por Brasília, o evento dá seguimento à sua itinerância pelo País. “Apesar de os filmes sempre terem tido boa recepção do críticos e serem marcantes, eles nunca foram calorosamente abraçados pelo público em geral quanto essas comédias novas que batem 1 milhão de espectadores. Muita gente nem sabe que parte dessa produção existe”, explica a curadora Marina Pessanha.

Um dos títulos que marcam a abertura é ''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''Baile Perfumado'''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''' (1997), dos diretores Lírio Ferreira e Paulo Caldas e tido como marco inicial desta fase. A sessão está agendada para as 17h30. O dia também contará com exibição do polêmico ''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''Amarelo Manga'''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''' (2002), do então estreante em longa-metragem Cláudio Assis, a partir das 19h30.

No foco de cineastas como Marcelo Gomes (responsável por ''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''Cinema, Aspirinas e Urubus''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''), Gabriel Mascaro (''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''Doméstica''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''), Marcelo Lordello (''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''Eles Voltam''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''), Kléber Mendonça Filho (''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''O Som ao Redor'''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''') e Hilton Lacerda (''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''Tatuagem'''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''') está um olhar sensível em torno de questões da vida urbana – muitas delas ligadas ao cotidiano de Recife. Entre as principais características das produções está o tratamento entre o tradicional e o moderno.

“Acho que essa produção é a mais instigante do Brasil atual. Trata-se de um cinema corajoso, que ousa em ideias e sempre busca experimentações, além de falar de coisas pouco abordadas, caso da classe média brasileira. Tudo tem sido feito com alta qualidade. E é interessante o aspecto de um movimento como esse aparecer fora do eixo Rio-São Paulo”, analisa Marina, ressaltando que a presença de curtas e documentários no evento ajuda a mostrar a evolução do movimento. “Esse novo cinema que vem de Pernambuco não é um ciclo, mas algo permanente.”

A programação completa do ciclo ''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''O Novo Cinema Pernambucano''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''

está na página da unidade do CCBB da Capital no site (www.bb.com.br/cultura).
fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti http://www.dgabc.com.br/Noticia/536875/espaco-para-o-made-in-pernambuco?referencia=mais-lidas